quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Nadando contra a corrente

Experimente ser CRENTE!

De maneira explosiva, enquanto se debate contra suas margens, o rio rapidamente corre em direção ao mar. A corrente arranca, puxa e revira folhas e troncos, levando-os ao longo da correnteza. Aqui e ali um esportista aparece em um caiaque ou em uma canoa seguindo o fluxo. A gravidade puxa a água e o rio puxa todo o estante... Para baixo. De repente, um pedaço de projétil prateado quebra a superfície e segue rio acima, e então outro. Indiferente ao obstáculo do redemoinho, um salmão brilhante nada contra a correnteza. Eles devem ir acima, e nada os impedirá de alcançar o seu destino.

A corrente do rio da sociedade está fluindo rápida e violentamente, puxando para baixo tudo aquilo que estiver em seu caminho. Poderia ser fácil deixar-se levar pela correnteza. Mas Deus nos chama para nadar contra o fluxo. Não será fácil, e poderemos estar sozinhos, mas será a atitude correta.

No livro de 2º Reis lemos sobre governadores maus, o predomínio da idolatria e um povo complacente - sendo arrastado para baixo. Apesar da pressão para conformar-se, voltar-se contra o Senhor e servir somente a si mesmo, uma minoria de pessoas escolhidas move-se na direção oposta, em direção a Deus. Os profetas de Betel e outros, assim como dois reis íntegros, anunciaram a Palavra de Deus e posicionaram-se a favor do Senhor. À medida que você ler 2º Reis, observe estes corajosos homens. Observe a energia e a força de Elias e Eliseu, o comprometimento de Ezequias e Josias, e decida ser um daqueles que nadam contra a correnteza!

O livro de 2º Reis registra o prosseguimento da história de Israel a meio caminho entre a morte de Davi e a da nação. Israel fora dividida (1º Reis12), e os dois reinos começaram a envolver-se em idolatria e corrupção em direção ao colapso e ao cativeiro. Este livro relata as sórdidas histórias dos 12 reis do Reino do Norte (chamado Israel) e dos 16 reis do Reino do Sul (chamado Judá). Durante 130 anos Israel sofreu uma sucessão de governantes ímpios até ser conquistada por Salmaneser, da Assíria, e ter seu povo levado cativo em 722 a.C.  (17.6). De todos os reis do Norte e do Sul, somente dois - Ezequias e Josias foram chamados de bons. Por causa da sua obediência a Deus dos avivamentos espirituais durante seus reinados, Judá permaneceu por mais 136 anos até sua queda em 586 a.C.

Durante todo este período de trevas, a Bíblia menciona 30 profetas que proclamaram a mensagem de Deus à nação e aos seus líderes. Os mais notáveis dentre este povo que não temia a Deus são Elias e Eliseu. Ao se aproximar o final do ministério terreno de Elias, Eliseu pediu para se tornar seu legítimo sucessor (2.9). Logo depois, Elias foi levado ao céu em um redemoinho (2.11) e Eliseu tornou-se o porta-voz de Deus para o Reino do Norte. A vida de Eliseu foi repleta de sinais, proclamações, advertências e milagre. Quatro dos mais memoráveis são a multiplicação do azeite (4.1-7), e a ressurreição do filho da sunamita (4.8-37), a cura da lepra de Naamã (5.1-27) e o machado que flutuou (6.1-7).

Mesmo em meio a situações terríveis, Deus terá a sua minoria fiel, o seu remanescente (19.31). Ele anseia por homens e mulheres corajosos que proclamem a sua verdade.
    

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

A Autoridade da Bíblia


"Pois eu também sou homem sujeito à autoridade e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele o faz "(v. 8). - Lucas 7: 1-10
Quando Martinho Lutero começou a argumentar que a nossa justificação diante de Deus é através da fé, ele colocou em movimento a Reforma Protestante. Logo "disputas" e "conversas" foram sendo realizada em vários lugares, e Lutero e seus seguidores foram pressionados para defender seus "novos" pontos de vista (que eram, na realidade, simplesmente uma clara articulação da antiga fé da igreja). Os adversários católicos romanos da Reforma tentaram mostrar que a opinião de Lutero não tinha sido ensinado nos conselhos da igreja.
Lutero e os reformadores responderam que os conselhos não contradizem explicitamente a doutrina da Reforma, e mais importante, que credos e concílios não eram infalíveis.Os reformadores disseram que somente a Bíblia é inerrante e absolutamente autoritária.
Nós chamamos a doutrina da justificação pela fé, a princípio de material da Reforma, porque essa doutrina é a "matéria" ou o conteúdo da reforma. Nós chamamos a doutrina da supremacia da autoridade das escrituras de o princípio formal da Reforma, porque essa doutrina é a fundação sobre a qual todo o resto é construído. A doutrina da suprema autoridade da Bíblia, não significa que não há autoridades secundárias na vida, tais como pais, governadores e líderes da igreja. O que isto significa é que a Bíblia e somente a Bíblia (sola scriptura) é a autoridade final para nossas vidas.
Os católicos romanos responderam afirmando que a única maneira de saber o que deve ser incluído no "cânone" (regra) da Bíblia é que a igreja decidiu o que é canônico e o que não é. Não é assim, disseram os reformadores. Os pais da igreja afirmaram ter "recebido" o cânon das Escrituras, a lista de importantes livros, e não de os terem "criado". Quando recebemos a Cristo como nosso Senhor, isso não significa que fazemos de Deus Senhor ou que temos autoridade sobre ele. O Senhor Pai fez, e nós simplesmente reconhecemos esse fato. Da mesma forma, quando os pais da igreja receberam a Sagrada Escritura, não estavam alegando ter qualquer autoridade sobre ela. Muito pelo contrário: eles estavam se curvando de joelhos ante a autoridade suprema das Escrituras.

Diante de Deus

Curvar-se ante a autoridade das Escrituras não é um abstrato ou uma noção intelectual. Como todas as idéias têm conseqüências, a conseqüência suprema deste debate é a ascensão da igreja protestante. As pessoas de convicção devem fazer grandes escolhas. Pergunte a si mesmo se você entender, e, em seguida, esteja sob a autoridade das Escrituras.

Passagens para Estudo

·         Isaías 55: 10-11
·         João 8:31
·         2 Timóteo 3: 16-17

Tradução Livre por: Cícero Gonzaga
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